Galáxia recém-descoberta não tem motivos para existir, diz descobridores

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Contrariando as teorias de formação do Universo, a existência da galáxia ainda não possui uma explicação científica plausível.

Apelidada de “Tainá”, que significa “recém-nascida" no idioma aimará, dos povos andinos, a galáxia foi recém-descoberta pelo estudo realizado no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP), com apoio da Fapesp, publicado no The Astrophysical Journale intrigou toda a comunidade a científica.


					
					
				

Seus raios de luz viajaram por mais de 13 bilhões de anos, o que é equivalente a 3 vezes a idade do Sistema Solar, até alcançarem as lentes dos telescópios Hubble e Spitzer.

Isso quer dizer que a imagem de Tainá hoje é como ela era há de cerca 13 bilhões de anos, quando o Universo tinha apenas 400 milhões de anos.


					
					
				

Mas 400 milhões de anos é muito pouco para já existir uma galáxia tão bem formada, compacta e cheia de estrelas gigantes azuladas.

A única explicação da existência de Tainá giram em torno da quantidade dematéria escura existente no Universo, um componente ainda pouco conhecido pelos cientistas.

O que se sabe hoje é que ela compõe 80% da massa do Universo, e que é capaz de acelerar o movimento de aglomeração de estrelas, propiciando a formação de galáxias.


					
					
				

De acordo com a teoria, para que Tainá existisse de fato, a quantidade de matéria escura deveria ser bem maior após o Big Bang do que se acredita hoje.

Com a galáxia tão longe da nossa, ela é quase invisível e os recursos para observá-la melhor ainda estão em produção.

Mas os cientistas chegaram à conclusão de que algo na teoria está errado, já que Tainá não deveria existir, mas está lá e provavelmente bem mais evoluída do que foi visto até agora.

FONTES

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